Arquivo de agosto de 2017

Lançamentos da Linha de Pesquisa Trabalho-Educação

Postado por thaynaoliveiira em 22/ago/2017 - Sem Comentários

Convidamos a todos para o lançamento do EbooK: Educação Popular e Educação de Jovens e Adultos que acontecerá no dia 10/12/2015 às 19 horas na UNIRIO/ CCH – Auditório Paulo Freire, Av.Pasteur n. 458 – Urca.

Sua elaboração foi coordenada, durante dez anos, por Osmar Fávero e Elisa Motta e a produção feita, em 2015, por De Petrus et Alli Editora.

Os três DVD-Rom contidos no e-book, intitulados Educação Popular I e II e Educação de Jovens e Adultos, reúnem a documentação relativa à memória da educação popular, oriunda dos movimentos do final dos anos de 1950 e início dos anos de 1960, assim como a produção relativa aos trabalhos de assessoria das agências e centros de educação popular, atuantes de meados dos anos de 1970 até os dias atuais. Reúnem também a documentação que foi possível localizar da educação de jovens e adultos, especialmente atividades governamentais nessa área. Esse conjunto representa parte significativa das duas mil fontes documentais contidas no acervo organizado pelo NEDEJA – Núcleo de Documentação e Estudos em Educação de Jovens e Adultos, da UFF – Universidade Federal Fluminense.

Lançamentos da Linha de Pesquisa Trabalho-Educação

Postado por thaynaoliveiira em 22/ago/2017 - Sem Comentários

Os colegas de Trabalho-Educação convidam para os seguintes lançamentos, no dia 30 de novembro de 2015, a partir das 18:30, na Livraria Blooks (Praia de Botafogo, 316, Rio de Janeiro):

– LUTA E MEMÓRIA – A preservação da memória histórica do Brasil e o resgate de pessoas e documentos das garras da ditadura.

– O TRABALHO DOCENTE E OS CAMINHOS DO CONHECIMENTO.

– TRABALHO E EDUCAÇÃO – Análises críticas sobre a escola básica.

 

30 DE NOVEMBRO

Educação e Experiência

Postado por thaynaoliveiira em 22/ago/2017 - Sem Comentários

03 DE DEZEMBRO

 

Educação e Experiência
03 DE DEZEMBRO DE 2015
CAMPUS DO GRAGOATÁ BL. D SALA 316

EDUCAÇÃO E EMANCIPAÇÃO EM ADORNO
9:00 TAMIRES DIAS SANTOS (PPGE/UFF)

CORPO, ARTE E CONHECIMENTO EM MERLEAU-PONTY
15:00 ADRIANA MARIA DA SILVA (PPGE/UFF)

WALTER BENJAMIM E A HORA DAS CRIANÇAS
18:00 MARIANA DE MACEDO SEIXAS (PPGE/UFF)

PROJETO DE EXTENSÃO ENCONTROS COM A FILOSOFIA
COORDENAÇÃO: MARTHA D’ANGELO
MEDIADORES: PROFª. LIA GUARINO E NATHAN RAMALHO SANTOS

Neddate recebe o Prof. Dr. Silvério Soares de Souza

Postado por thaynaoliveiira em 22/ago/2017 - Sem Comentários

O Núcleo de Estudos, Documentação e Dados sobre Trabalho e Educação recebeu o Prof. Dr. Silvério Soares de Souza a reunião de 22 de março de 2016. A Discussão Teórico-Metodológica se deu a partir de sua exposição sobre as concepções de liberdade, igualdade e solidariedade presentes no ideário educacional libertário, o qual se contrapõe à dualidade educacional que caracteriza uma sociedade cindida em classes, como a sociedade capitalista.

Silvério é Doutorado em Políticas Públicas pelo Programa de Pós-Graduação em Políticas Públicas e Formação Humana (PPFH) da Faculdade de Educação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). É Professor adjunto da Faculdade de Educação da Universidade Federal Fluminense (UFF) na área de Organização do Trabalho na Escola (OTE). Sua tese, defendida no ano de 2013, intitula-se “As Novas Faces da Dualidade Educacional na Contemporaneidade e o Ideário Educacional Anarquista”. Foi um prazer recebê-lo no Neddate, Prof. Silvério!!!

Bolsas de Desenvolvimento Acadêmico 2016/2017

Postado por thaynaoliveiira em 22/ago/2017 - Sem Comentários

O Neddate apresentou na PROAES três projetos de Bolsa de Desenvolvimento Acadêmico para alunos e alunas da graduação da UFF. Confira!.: .
Projeto 1- Trabalho e Educação: o Website do Neddate como ferramenta – Jaqueline Botellho (Coordenadora) e José Luiz Antunes (colaborador) – 05 bolsistas;
Projeto 2- Acervo e Memória da Educação de Jovens e Adultos na FEUFF em Niterói – Jaqueline Ventura (Coordenadora) – 02 bolsistas;
Projeto 3- Memória e história do Neddate: as produções monográficas da graduação na Área Trabalho-Educação (Niterói e Angra dos Reis) – José Luiz Antunes (Coordenador) – 02 bolsistas.
Projeto 4 –   Organização e Administração do Acervo Arquivistico e Biblioteconômico do NEDDATE- Rosilda Benachio (Coordenadora)

Seleção de Bolsas PROAES

Postado por thaynaoliveiira em 22/ago/2017 - Sem Comentários

O NEDDATE possui três Projetos de Bolsa de Desenvolvimento Acadêmico inscritos e deferidos na PROAES, e aguarda inscrições de alunos de diferentes cursos. Projetos:
  1- Trabalho e Educação: o Website do Neddate como ferramenta – Jaqueline Botellho (Coordenadora) e José Luiz Antunes (colaborador) – pedimos 05 bolsistas;                                                                                                                                                                                       
 2- Acervo e Memória da Educação de Jovens e Adultos na FEUFF em Niterói – Jaqueline Ventura (Coordenadora) – pedimos 02 bolsistas;           
 3- Memória e história do Neddate: as produções monográficas da graduação na Área Trabalho-Educação (Niterói e Angra dos Reis) – José Luiz Antunes (Coordenador) – pedimos 02 bolsistas.

O Professor José Luiz Antunes é o Novo Coordenador do Neddate

Postado por thaynaoliveiira em 22/ago/2017 - Sem Comentários

Na reunião do dia 22 de março de 2016, o Prof. José Luiz Antunes foi eleito  novo coordenador do Neddate, tendo a Profa. Lia Tiriba como vice-coordenadora. Numa perspectiva de “coordenação colegiada”, foram criadas diversas “linhas de ação”,pelas quais ficam responsáveis membros permanentes e membros associados do Neddate.

A linha 1 –Acervotem por objetivo organizar e socializar toda a produção científica desenvolvida pelo Núcleo (livros, teses e dissertações), além de disponibilizar as obras clássicas sobre o materialismo histórico e as produções dos professores-autores-pesquisadores do Núcleo.

A linha 2 –Memória, patrimônio e organização objetiva não só pensar e registrar a construção cotidiana do Núcleo, mas compor e /ou resgatar sua memória. A linha 3 – Página Web, socializa a produção e materializa as políticas do Núcleo, quer seja em nossas atividades de ensino, pesquisa, extensão, eventos nacionais e internacionais, articulando-se em redes sociais diversas.

A linha 4 – Revista Trabalho Necessário(On line), socializa as produções contemporâneas (parciais e finais) de pesquisas da área Trabalho-Educação, buscando contatos com a produção de autores locais, regionais, nacionais e internacionais, que tenham como quadro de referência a perspectiva de análise apontada pelo materialismo histórico e dialético.

A linha 5 – Relações Institucionais e Interinstitucionais, busca estimular contatos acadêmicos com outros grupos de pesquisas, promovendo intercâmbios e convênios, envolvendo o Programa de Pós-graduação em Educação nas atividades do Núcleo, além de se articular com a Graduação (diferentes cursos) e a Pós-graduação Lato-Sensu.

A linha 6 –Grupos de Estudos e Pesquisas, tem por objetivo agregar e promover encontro dos grupos de estudos e pesquisas dos diferentes núcleos no Neddate com diferentes núcleos da UFF e outras instituições, com a perspectiva de elaborar projetos integrados. Ainda que cada linha possua atribuições diferenciadas, o que agrega todas elas é a possibilidade de articulação entre elas.

31 anos do Neddate

Postado por thaynaoliveiira em 22/ago/2017 - Sem Comentários

O Neddate comemorou 31 anos! Na cerimônia, os Profs. Drs. Gaudêncio Frigotto e Maria Ciavatta nos brindaram com a conferência intitulada História do Neddate: horizontes, lutas e desafios do campo trabalho e educação.Houve lançamento de livro comemorativo e de outros livros de autoria de fundadores e membros do Núcleo.

O evento ocorreu no 12 de maio de 2016 (quinta-feira) às 18h Faculdade de Educação da UFF, Bloco D, sala 318

Manifesto do Movimento Nacional do Ensino Médio.

Postado por thaynaoliveiira em 22/ago/2017 - Sem Comentários

MANIFESTO DO MOVIMENTO NACIONAL EM DEFESA DO ENSINO MÉDIO

O Movimento Nacional pelo Ensino Médio foi criado por dez entidades do campo educacional – ANPED (Associação Nacional de Pós-graduação e Pesquisa em Educação), CEDES (Centro de Estudos Educação e Sociedade), FORUMDIR (Fórum Nacional de Diretores das Faculdades de Educação), ANFOPE (Associação Nacional pela Formação dos Profissionais da Educação), Sociedade Brasileira de Física, Ação Educativa, Campanha Nacional pelo Direito à Educação, ANPAE (Associação Nacional de Política e Administração da educação), CONIF (Conselho Nacional Das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional Científica e Tecnológica) e CNTE (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação) e foi criado no início de 2014 com vistas a intervir no sentido da não aprovação do Projeto de Lei nº 6.840/2013* . Para esse fim empreendeu um conjunto de ações junto ao Congresso Nacional e ao Ministério da Educação, além de criar uma petiç ão pública. Destas ações resultou um Substitutivo por meio do qual, se não se logrou obter avanços, ao menos evitou-se o maior retrocesso. O Substitutivo ao PL 6.840/13 foi aprovado na Comissão Especial da Câmara dos Deputados em dezembro de 2014. Na atual conjuntura, diante da investida do Ministério da Educação em retomar a versão original do PL 6.840/2013, o Movimento Nacional em Defesa do Ensino Médio se vê mais uma vez convocado a se manifestar.

O Movimento Nacional em Defesa do Ensino Médio manifesta as razões pelas quais é contrário às proposições de reformulação presentes no PL 6.840/2013 e atualmente encampada pelo Ministério da Educação: a respeito da proposição de Ensino Médio diurno em jornada de 7 horas para todos, o Movimento Nacional pelo Ensino Médio entende que, em que pese a importância da oferta da jornada completa, a compulsoriedade fere o direito de acesso à educação básica para mais dois milhões de jovens de 15 a 17 anos que estudam e trabalham ou só trabalham (PNAD/IBGE 2011). Na mesma direção, a proibição de acesso ao ensino noturno para menores de 17 anos constitui-se em cerceamento de direitos além de configurar-se em uma superposição entre o Ensino Médio na modalidade de educação de jovens e adultos e o Ensino Médio noturno ‘regular’. A proposta para o Ensino Médio noturno com duração de quatro anos com a jornada diária mínima de três hora s, contemplando o mesmo conteúdo curricular do ensino diurno desconsidera as especificidades dos sujeitos que estudam à noite, especificidades etárias, socioculturais e relativas à experiência escolar que culminam por destituir de sentido a escola para esses jovens e adultos. Do ponto de vista da organização curricular, a proposição de opções formativas em ênfases de escolha dos estudantes reforça a fragmentação e hierarquia do conhecimento escolar que as DCNEM lograram enfrentar. Retoma o modelo curricular dos tempos da ditadura militar, de viés eficienticista e mercadológico. A organização com ênfases de escolha para uma ou outra área contraria tanto a Constituição Federal quanto a LDB que asseguram o desenvolvimento pleno do educando e a formação comum como direito. A opção para o ensino superior vinculada à opção formativa do estudante retoma o modelo da reforma Capanema da década de 40 e se constitui em cerceamento do direito de escolha e mecanismo de exclusão. A proposta de opções formativas ou ênfases conduz à privação do acesso ao conhecimento bem como às formas de produção da ciência e suas implicações éticas, políticas e estéticas, acesso este considerado relevante neste momento histórico em que as fusões de campos disciplinares rompem velhas hierarquias e fragmentações. A organização curricular com base em temas transversais às disciplinas retoma o formato experimentado em período recente da educação brasileira a partir das Diretrizes Curriculares Nacionais anteriores às que estão em vigência, e que se mostrou inócuo. As atuais Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio (DCNEM) definem o currículo, em seu Art. 6º: “O currículo é conceituado como a proposta de ação educativa constituída pela seleção de conhecimentos construídos pela sociedade, expressando-se por práticas escolares que se desdobram em torno de conhecimentos relevantes e pertinentes, permeadas pelas relações sociais, articulando vivências e saberes do s estudantes e contribuindo para o desenvolvimento de suas identidades e condições cognitivas e socioafetivas”. (Resolução CNE/SEB 2/2012). Portanto, o currículo é visto como elemento organizador das experiências significativas que deve a escola propiciar. As atuais Diretrizes preconizam que haja uma estreita relação entre o conhecimento tratado na escola e sua relação com a sociedade que o produz. Desse modo, não cabe falar em “temas transversais”, posto que todo conhecimento, ao estar vinculado ao contexto social que o produziu adquire sentido e expressão na construção da autonomia intelectual e moral dos educandos. A inclusão no último ano do Ensino Médio da proposta de que o estudante possa fazer a opção por uma formação profissional contraria o disposto nos Artigo 35 da LDB 9.394/96 e desconsidera a modalidade de Ensino Médio Integrado à Educação Profissional, mais próxima da concepção proposta nas DCNEM e já em prática nas redes est aduais e federal. Desconsidera, ainda, pré-requisitos fundamentais p ara o aprimoramento da qualidade do Ensino Médio que vêm sendo indicados há décadas como necessários e urgentes e ainda não suficientemente enfrentados, tais como a sólida formação teórica e interdisciplinar dos profissionais da educação, em cursos superiores em contraposição às concepções “minimalistas” (Cf. Art 3º do PL 6.840 que altera o disposto no Art. 62 da LDB quanto às licenciaturas e propõe a formação por áreas do conhecimento).

A proposição recentemente anunciada pela Secretária Executiva do Ministério da Educação, Maria Helena Guimarães de Castro, de oferecer um Ensino Médio comum a todos por um ano ou no máximo um ano e meio, após o que se daria a partição em opções formativas ou ênfases como justificativa para um currículo “mais flexível” mutila e sonega o conhecimento escolar para a ampla maioria dos estudantes que se encontram no Ensino Médio público. Aliada à ideia de que a educação profissional possa ser uma das opções formativas e encaminhada à iniciativa privada, essas propostas configuram um aligeiramento ainda maior do que o proposto no PL original.

O Movimento Nacional se manifesta a favor de uma concepção de Ensino Médio como educação básica, como educação “de base”, e que, portanto, deve ser comum e de direito a todos e todas. Coloca-se, portanto, contrário às proposições que caracterizam um Ensino Médio em migalhas e configuram uma ameaça à educação básica pública e de qualidade para os filhos e filhas das classes trabalhadoras. O Movimento defende, amparado nas atuais Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio que, sendo a última etapa da educação básica, se assegure a todos e todas, cidadãos e cidadãs brasileiras, o acesso a uma formação humana integral, entendida como aquela que busca garantir o pleno desenvolvimento intelectual, afetivo, físico, moral e social, com base em princípios ético-políticos que sustentem a autonomia intelectual e moral e que oportunizem a capacidade de análise e de crítica, tendo, enfim, a emancipação humana como princípio e finalidade. O Movimento Nacional pelo Ensino Médio propõe a organização de um currículo que integre de forma orgânica e consistente as dimensões da ciência, da tecnologia, da cultura e do trabalho, como formas de atribuir significado ao conhecimento escolar e, em uma abordagem integrada, produzir maior diálogo entre os componentes curriculares, estejam eles organizados na forma de disciplinas, áreas do conhecimento ou ainda outras formas previstas nas DCNEM. Por meio dessa perspectiva se é capaz de enfrentar a excessiva hierarquia e fragmentação do conhecimento escolar e contribuir com a superação das concepções reducionistas que ora entendem o Ensino Médio como preparatório para o ensino superior, ora o dirigem para a formação mais restrita para o mercado de trabalho. Na defesa do direito ao Ensino Médio como educação básica, o Movimento Nacional reitera o que consta nas DCNEM sobre a necessidade de conter o abandono e qualificar a permanência do s jovens na última etapa da educação básica. Nesse sentido, asseg urar o direito à educação e caminhar em direção à universalização do Ensino Médio passa por reconhecer as múltiplas juventudes que estão na escola, sua diversidade, necessidades e direitos.

*O PL nº 6.840/2013 é resultado do Relatório da Comissão Especial destinada a promover Estudos e Proposições para a Reformulação do Ensino Médio – CEENSI e propõe alterar a Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 com vistas a instituir a jornada em tempo integral no ensino médio, dispor sobre a organização dos currículos do ensino médio em áreas do conhecimento e dar outras providências.

Movimento Nacional em Defesa do Ensino Médio

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